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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Políbio Alves lança>>>>

Bom dia!!

Você Escritor e poetas paraibanos, ou simplesmente um leitor, vamos prestigiar nosso conterrâneo e conheça o seu novo livro, que com certeza é uma obra prima.Vale à pena conferir!!
O Políbio, é uma pessoa simples de uma humildade ímpar!







POLÍBIO ALVES E A LESTE DOS HOMENS!


“A leste dos homens” é o título do mais novo livro do escritor paraibano, Políbio Alves, que será lançado no próximo dia 11 de agosto de 2017, às 19h, no Centro Cultural Ariano Suassuna, localizado em Jaguaribe. A obra, do premiado poeta Políbio Alves, nos leva a uma travessia pelas entranhas da monstruosa face que os regimes ditatoriais assumiram no Brasil para manter no poder grupos oligárquicos de mentalidade agropastoril, que dominam as finanças, o povo, o país. O lançamento contará com o documentário “Eis aí, o poeta! do multimídia Hélio Costa. A leste dos homens será apresentado pelo professor, doutor em literatura, Milton Marques Júnior. SOBRE O LIVRO – Narração do autor “A leste dos homens” é a escritura dos opressores, dos oprimidos e também dos povos da América Latina. Em geral, denuncia as atrocidades praticadas pelo Golpe de 64, através da didatura no Brasil. Escrevi esse livro, para que ninguém possa desconhecer os tempos de chumbo, o ciclo de terror, da infâmia, do desespero, das feridas abertas, da dor e da tirania que se abateu sobre o povo brasileiro. Exatamente, as atrocidades que aconteceram, no Varadouro, desde o início da fundação da cidade, depois, durante o Estado Novo, mais adiante, nos anos 60 e 70. Além de que, este livro está situado historicamente entre dois parâmetros. Um, sobre a ditadura e o outro, a situação de Cuba nos últimos dias do governo Fulgêncio Batista. Um testemunho inusitado, corajoso, de quem sobreviveu nos cárceres clandestinos, à morte, à tortura, à fome, à sede. É também, uma visão de Cuba antes do triunfo da Revolução Socialista na maior Ilha do Caribe. Confesso: somente através de uma consciência política, é que eu acredito na humanidade. “A leste dos homens”, foi traduzido para o espanhol e publicado em Cuba no mês de novembro de 2016. Agora em português, numa nova versão, pelo editor Rafael Rocha, da Inverta, Rio de Janeiro. Sobre o autor O poeta e ficcionista Políbio Alves dos Santos nasceu na cidade de João Pessoa, em 1941, e é formado em Ciências Administrativas. Em 1974, recebeu o título de cidadania outorgado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, cidade onde viveu por mais de 15 anos e onde, nas décadas de 1960 e 1970, participou do suplemento literário do jornal Tribuna da Imprensa. Ele é detentor dos seguintes prêmios: Personalidade Cultural Internacional, conferido em 1999 pela União Brasileira de Escritores (UBE - RJ), e o Autore Del Ano (Autor do Ano), cedido, naquele mesmo ano, pela International Board of Examiner; em 2000, o Comissione di Lettura Internazionale, da Edizione Universum, da cidade de Trento, na Itália; a Medalha Poeta Augusto dos Anjos, pela Assembleia Legislativa da Paraíba, em 2001, quando também foi verbete da Enciclopédia de Literatura Brasileira; e, no ano seguinte, o Festival do Concurso Nuevos Escritores Latino-americanos, na Argentina, e a Comenda Cidade de João Pessoa, da Câmara Municipal. A Leste dos Homens é o nono livro lançado pelo autor, que já havia lançado os seguintes títulos, entre os quais três em espanhol, um em francês e outro em inglês: O Que Resta dos Mortos (contos); Varadouro (poesia); Exercício Lúdico: invenções & armadilhas, Passagem Branca e Objetos Indomáveis, todos de poesia, e, ainda, Os Ratos Amestrados fazem acrobacias ao amanhecer (contos) e La Habana Vieja: olhos de ver, publicado ano passado.
Contatos do autor:
Email: polibioalvesjpa@gmail.com
Celular: 83 9-99816262 – Residência: 32481688
83 9-88785396 (WhatsApp) - comunicação
Redes Sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/poetapolibioalves/
Instagran: https://www.instagram.com/polibioalves/
Twitter: https://twitter.com/polibioalves
Site: www.polibioalves.com.br

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Academia Paraíbana de Letras



Jardim dos Acadêmicos




Augusto dos Anjos



Augusto dos Anjos



Usina Cultural Energisa
A Usina é um espaço de ciência, cultura e artes. Aqui você aprende se divertindo. Com exposições permanentes e itinerantes, esse lugar torna-se único pelo seu conteúdo.
La Usina es un espacio de ciencia, cultura y artes. Aquí usted aprende a divertirse. Con exposiciones permanentes e itinerantes, este lugar se convierte en único por su contenido.




domingo, 2 de julho de 2017

Espaço Cultural José Lins do Rêgo


Inaugurado no ano de 1982, o Espaço Cultural José Lins do Rego, é o um local onde se realiza desde Shows a exposições, podendo comportar um público de aproximadamente 15 mil pessoas.

Tido como um Centro de Convenções, a área do Espaço Cultural é bastante diversificada, pois no local o visitante além de desfruta de teatros, cinema, galeria de arte, planetário, auditórios, salas de apoio, mezaninos para exposições, ainda tem a honra de conhecer o museu daquele que é tido como o maior escritor regionalista do Brasil, José Lins do Rego, que conta com objetos pessoais e biblioteca do autor.

Inaugurado no año de 1982, o Espaço Cultural José Lins do Rego, es una empresa local de aproximadamente 15 millones de personas.
Tido como un Centro de Convenciones, un área del Espacio Cultural bastante diversificada, no hay un lugar o un visitante más allá de la fiesta de teatros, cine, galería de arte, planetario, auditorios, salas de apoyo, mezaninos para exposiciones, todavía tiene un honor José Lins do Rego, que cuenta con objetos personales y la biblioteca del autor.







Teatro Paulo Pontes -Ator  paraibano (In Memorian)

O investimento no Teatro Paulo Pontes foi de R$ 8 milhões, dentro dos R$ 48 milhões investidos na reforma do Espaço Cultural José Lins do Rêgo.


O investimento no Teatro Paulo Pontes de R $ 8 millones, dentro de los R $ 48 millones de inversiones en la reforma del Espacio Cultural José Lins do Rêgo.

Teatro Pedra do Reino
Em Homenagem a Ariano Suassuna






Teatro Santa Rosa
O Teatro Santa Rosa é um teatro brasileiro situado na cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba.É o mais antigo da Paraíba e o quinto mais antigo do Brasil. Wikipédia

Endereço: Praça Pedro Américo, S/N - Centro, João Pessoa - PB, 58010-340


Teatro Santa Rosa
O Teatro Santa Rosa es un teatro brasileño situado en la ciudad de João Pessoa, capital del estado de Paraíba. É o más antiguo de la Paraíba y el quinto más antiguo del Brasil. Wikipédia

Dirección: Praça Pedro Américo, S / N - Centro, João Pessoa - PB, 58010-340


Interior do teatro

Centro de Convenções - Governo do Estado da Paraíba - ONU



O Título foi em Homenagem (In Memorian) 
ao ilustre poeta Ronaldo Cunha Lima






Bom dia!

.


Amigos, tive que diminuir o tamanho das imagens, 
estava travando e não abria.
Agora sim, está abrindo legal.
Tenham todos um lindo e abençoado dia!
Bjs em cada coração!


sábado, 1 de julho de 2017

Museu Casa do Artista Popular

Museu Casa do Artista Popular
João Pessoa Paraíba Brasil

O Museu Casa do Artista Popular expõe o melhor do Artesanato Paraibano, em todas as tendências e expressões.
É um mundo fantástico onde a diversidade criativa do artesão paraibano não tem limites. Do estilo mais tradicional, do material mais rude, da localidade mais distante, o talento do nosso artesão se revela pela sua originalidade, a cada detalhe, a cada traço, a cada novo trabalho. 

Horas 
Ter - Sex: 9:00 - 17:00
Sáb - Dom: 10:00 - 18:00



O Museu Casa do Artista Popular expõe o melhor de Artesanato Paraibano, em todas como tendencias e expressões.
Es un mundo fantástico en una diversidad criativa de artesanos paraibanos no tem limites. ¿El estilo más tradicional, el material más rudo, el talento de nuestro arte, el detalle de cada persona, un cada tracto, un cada nuevo trabajo.

Horas Ter - Sexo: 9:00 - 17:00 
Sáb - Dom: 10:00 - 18:00






Fonte do Tambiá e Pq ZOO Arruda Câmara

Localizada no interior do Parque Zôo Arruda Câmara no bairro do Roger. Sua origem é associada à uma bela lenda indígena. Após um embate entre índios das tribos Cariris e Tabajaras, o índio Tambiá, guerreiro da tribo Cariri, foi atingido gravemente e logo foi capturado pelos índios da tribo rival. Na aldeia Tabajara, Aipré, filha do cacique Tabajara foi ofertada ao moribundo com o título de “esposa da morte”. No entanto Aipré já estava apaixonada pelo jovem guerreiro e cuidou-o incessantemente. Tambiá não resistiu aos ferimentos e faleceu e por cinquenta luas Aipré chorou o luto de seu guerreiro. A partir de suas lágrimas formou-se um olho d’água que veio a verter água doce e mineral.


Localizada no interior del Parque Zôo Arruda Câmara no bairro do Roger. Su origen está asociado a una bella lenda indígena. Después de un empate entre índios de las tribus Cariris y Tabajaras, o índio Tambiá, guerreiro de tribo Cariri, fue enterrado gravemente y el logo fue capturado por los índios de un rival tribal. Na aldeia Tabajara, Aipré, la hija del cacique Tabajara fue ofertada al moribundo con el título de "esposa da morte". No obstante, fue hecha por el joven guerrero y cuidou-o incessantemente. Tambien no resistimos a los ferimentos y fallecimos por la cincuenta luas Aipre chorou o luto de su guerreiro. A partir de sus lágrimas se formó un ojo de agua que vino a verter agua dulce y mineral




Por meio dessa lenda batizou-se o local como " Fonte do Tambiá" e posteriormente o próprio nome do bairro em que o parque está instalado. Outro motivo pelo qual o nome Tambiá tenha origem deve-se ao grande número de centopeias chamadas tambiás.
A construção da fonte em pedra foi iniciada por ordem da Fazenda Real e custeada por donativos dados pela própria população. Entre os anos de 1889 à 1922 a fonte sofreu diversas mudanças vindo a incorporar ainda e 1922 ao parque que receberia o nome do botânico paraibano Arruda Câmara.
Em seu centro havia as armas imperiais em escudo de pedra. Além desta fonte, outras duas faziam a manutenção de água nas regiões do complexo franciscano ( A fonte de Santo Antonio) e na região por trás do Complexo Beneditino ( A bica dos milagres – em ruínas nos dias atuais).
A fonte do Tambiá é tombada pelo IPHAN, inscrita no Livro Histórico nº176 de 26 de setembro de 1941.
O Parque Zoobotânico Arruda Câmara é um jardim zoobotânico localizado em João Pessoa, Paraíba. Com área de 26,8 hectares, a reserva é tombada pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Wikipédia

Endereço: Av. Gouvêia Nóbrega, s/n - Roger, João Pessoa - PB, 58020-325


A través de esa leyenda se bautizó el local como "Fuente del Tambiá" y posteriormente el propio nombre del barrio en que el parque está instalado. Otro motivo por el cual el nombre Tambiá tiene origen se debe al gran número de ciento llamados también. 

La construcción de la fuente en piedra fue iniciada por orden de la Hacienda Real y sufragada por donativos dados por la propia población. Entre los años 1889 a 1922 la fuente sufrió diversos cambios llegando a incorporar aún y 1922 al parque que recibiría el nombre del botánico paraibano Arruda Câmara.

 En su centro había las armas imperiales en escudo de piedra. Además de esta fuente, otras dos hacían el mantenimiento de agua en las regiones del complejo franciscano (La fuente de San Antonio) y en la región detrás del Complejo Beneditino (La bica de los milagros - en ruinas en los días actuales). La fuente del Tambiá es tumbada por el IPHAN, inscrita en el Libro Histórico nº 176 del 26 de septiembre de 1941. El Parque Zoobotánico Arruda Câmara es un jardín zoobotánico ubicado en João Pessoa, Paraíba. 

Con un área de 26,8 hectáreas, la reserva es tumbada por el IPHAEP desde el 26 de agosto de 1980. Dirección: Av. Gouvêia Nóbrega, s / n - Roger, João Pessoa - PB, 58020-325


Casa da Pólvora - João pessoa PB

Casa da Pólvora


Agora Pq e Casa  da Pólvora


Em João Pessoa, estado da Paraíba, Brasil, existiram três Casas da Pólvora: uma na rua Nova (atual rua General Osório, 21), outra no Passeio Geral (rua Rodrigues Chaves) e a terceira a Casa da Pólvora da ladeira de São Francisco, que é a primeira rua da cidade. Com exceção desta última, as demais foram completamente destruídas pela ação do tempo.

Denominada Casa da Pólvora e dos Armamentos esta fora construída por ordem de carta régia do capitão-mor governador Fernando de Barros e Vasconcelos, em 10 de agosto de 1704. Foi concluída em 1710 na administração do capitão-mor governador João da Maia de Gama. Depois de tombada pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), atual IPHAN, em 24 de maio de 1938, sofreu restauração e abriga hoje o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues, um bar turístico (o "Paiol"), entre outras atrações.[1]

A Casa da Pólvora constitui um marco histórico, além de um símbolo do esforço colonizador português no Brasil. É um monumento de traços seiscentistas que propicia ao visitante uma lição de história e lembranças do passado. Incorporou-se no século XVIII à paisagem de João Pessoa como referência de um tempo de afirmação cultural que solidificou a identidade do povo paraibano, e hoje integra a rota dos roteiros fundamentais para o turismo no estado.

Localizada na parte alta da cidade, uma visita a sua estrutura também descortina a exuberante paisagem do estuário do Rio Paraíba, alguns quilômetros abaixo. Sua localização era estratégica em séculos anteriores quando a urbe contígua se resumia ao setor mais antigo da zona norte, já que ficava entre o Varadouro (Canal flúvio-marítimo Sanhauá) e a igreja de São Francisco, que na época holandesa era a sede militar e administrativa de um raio de dezenas e dezenas de quilômetros.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

En João Pessoa, estado de Paraíba, Brasil, existieron tres Casas de la Pólvora: una en la calle Nova (actual calle General Osório, 21), otra en el Paseo General (calle Rodrigues Chaves) y la tercera la Casa de la Pólvora de la ladera de San Francisco Que es la primera calle de la ciudad. Con la excepción de esta última, las demás fueron completamente destruidas por la acción del tiempo.

 La casa de la Pólvora y de los Armamentos esta fuera construida por orden de carta regia del capitán mayor gobernador Fernando de Barros y Vasconcelos, el 10 de agosto de 1704. Fue concluida en 1710 en la administración del capitán mayor gobernador João da Maia de Gama.

 Después de la caída del Servicio del Patrimonio Histórico y Artístico Nacional (SPHAN), actual IPHAN, el 24 de mayo de 1938, sufrió restauración y alberga hoy el Museo fotográfico Walfredo Rodrigues, un bar turístico (el "Paiol"), entre otras atracciones. [1] La Casa de la Pólvora constituye un marco histórico, además de un símbolo del esfuerzo colonizador portugués en Brasil. 

Es un monumento de rasgos seiscentistas que propicia al visitante una lección de historia y recuerdos del pasado. Se incorporó en el siglo XVIII al paisaje de João Pessoa como referencia de un tiempo de afirmación cultural que solidificó la identidad del pueblo paraibano, y hoy integra la ruta de los itinerarios fundamentales para el turismo en el estado.

 Ubicada en la parte alta de la ciudad, una visita a su estructura también descortina el exuberante paisaje del estuario del río Paraíba, unos kilómetros abajo. Su ubicación era estratégica en siglos anteriores cuando la urbe contigua se resumía al sector más antiguo de la zona norte, ya que quedaba entre el Varadero (Canal flúvio-marítimo Sanhauá) y la iglesia de San Francisco, que en la época holandesa era la sede militar y Administrativa de un radio de decenas y decenas de kilómetros. De Wikipedia, la enciclopedia libre, la enciclopedia libre.